domingo, 17 de setembro de 2017

LER & MEDITAR

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Ó morte, onde está a tua vitória?
Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
O aguilhão da morte é o pecado
e a força do pecado é a Lei.
Graças a Deus,
que nos dá a vitória por
Nosso Senhor Jesus Cristo.

1 Cor 15, 55-57

domingo, 10 de setembro de 2017

LER & MEDITAR


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O jejum que me agrada
não será antes este:
quebrar as cadeias injustas...
repartir o teu pão com o pobre...?

Isaías 58

domingo, 23 de julho de 2017

São Crispim - Dia 4 de junho

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   São Crispim foi o primeiro santo canonizado pelo Papa João Paulo II.
   Nasceu em Viterbo, em Itália, no ano de 1668. Homem amante da pobreza, contemplativo, gentil e caridoso que sabia usar as palavras certas e ter as atitudes justas quando era preciso advertir quem quer que fosse, agindo como um mestre e um sábio. Dedicava-se aos peqeninos, aos pobres, doentes, velhos e crianças abandonadas.
   Chamado à vida religiosa, recebeu formação jesuítica mas, acabou por se tornar franciscano, Ocupou cargos de exemplo de simplicidade dentro da comunidade como cuidar da horta, da cozinha e outros serviços onde testemunhava em tudo o amor de Deus.
   A sua vida foi sempre orientada para o otimismo, a alegria e o amor a Deus e à Nossa Senhora. Deixou muitos ditos, muitos poemas que foram passando de geração em geração pelos seus devotos. Aos jovens dizia: "Filhinhos, trabalhai quando ainda sois jovens, e sofrei com boa vontade porque, quando alguém é velho, não lhe resta senão a boa vontade". E a todos dizia: "Amai a Deus e não fracassareis, fazei por bem e deixai que falem".
   Morreu em 1750, no dia 19 de maio. Os milagres por sua intercessão foram-se multiplicando e o Papa Pio VII beatificou-o em 7 de setembro de 1806. O Papa João Paulo II canonizou-o a 20 de junho de 1982.

Oração

Senhor,
que adornaste São Crispim
com o dom da alegria no seguimento do Vosso caminho
que o conduziu à mais elevda perfeição evangélica,
concedei-nos que, por sua intercessão e a seu exemplo, 
pratiquemos constantemente a verdadeira virtude,
à qual está prometida a paz da bem-aventurança celeste.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ámen.



quinta-feira, 23 de março de 2017

São CARLOS LWANGA e 21 Companheiros Mártires 
 dia 3 de junho

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   Foi por volta de 1885 que São Carlos Lwanga e os seus 21 companheiros foram martirizados, no reinado de Mwanga, rei de Bugunda.
   Uma manhã, o rei Mwanga reuniu a sua corte, e proferiu palavras pouco habituais. Disse à assistência que quem não quisesse rezar ficasse perto dele e, quem o quisesse fazer, deveria ficar ao pé de um muro que por ali havia.
   O chefe dos pajens, Carlos Lwanga, foi o primeiro a dirigir-se para o muro, seguido de imediato por outros quinze companheiros. O rei perguntou-lhe se rezavam de verdade. E Carlos respondeu-lhe que sim. De novo o rei perguntou se queriam continuar a rezar. A resposta foi sim, até à morte.
   O rei ordenou então que os matassem. Rezar era sinónimo de ser cristão e era proibido em Bugunda (atual Uganda).
  Carlos Lwanga foi o primeiro a ser morto, queimado lentamente. Kalemba Murumba foi abandonado numa colina com as mãos e os pés amputados. André Kaggwa foi o último e foi decapitado. Eram eles. José Mukasa Balikuddembe, Dionísio Sbuggwawo, Ponciano Ngondew, Atanásio Bazzukuketta, Gonzaga Gonga, Matias Kalemba, Noé Mwaggali, Mbaga Tuzinda...
   Estes mártires foram beatificados pelo papa Bento XV e canonizados por Paulo VI em 18 de outubro de 1964.


Oração

Deus Nosso Pai, 
que o Vosso reino de amor se espalhe sobre a terra,
no meio de todos os povos, 
no âmago de cada coração. 
Não permitais que a discriminação de qualquer espécie afaste os povos e as nações.
 Inspirai-me para que eu possa mudar a fim de também eu poder mudar o mundo.
 Fazei-me viver na fraternidade
Obrigada Senhor. 
Ámen.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

SÃO MARCELINO e SÃO PEDRO - dia 2 de junho

século IV

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   A história destes mártires, chegou até nós, através das narrativas do Papa Dâmaso. Ainda criança, Dâmaso conheceu o carrasco de dois santos que, depois de convertido após a execução dos mártires, lhe contou a história que lhe transformou a vida.
   Estes santos foram testemunhas da fé cristã, perante as perseguições feitas pelo imperador Diocleciano.
   Ambos religiosos, Marcelino era padre e Pedro era conhecido pelo seu dom de exorcista. Quando foram presos, começaram a pregar na cadeia. O carcereiro, Artémio, tinha uma filha que se encontrava muito doente e Marcelino e Pedro disseram-lhe que, se a família se convertesse ao cristianismo, a menina se salvaria.
   Artémio e a sua família converteram-se. Antes disso foi encarregado de executar os dois presos, cortando-lhes a cabeça, longe da cidade, numa floresta, de modo a que o lugar não se tornasse local de peregrinação de cristãos.
   Uma senhora descobriu o local da execução e ali mandou erguer um túmulo digno dos dois cristãos. Anos mais tarde, o imperador Constantino, mandou erigir uma igreja no mesmo local, em honra destes mártires.
   A família do carcereiro converteu-se após a morte de Marcelino e Pedro. Como tantos cristãos da época, foi perseguida e martirizada pelo amor a Jesus Cristo.

Oração

Ó Deus, Todo Poderoso, dá-me
a exemplo dos mártires São Marcelino e São Pedro, 
a graça de crer em Ti,
abandonar-me a Ti e
confiar em Ti.
Que a Tua vontade seja feita em mim
 e em todas as Tuas criaturas.
Livra-me de todo o mal e
dá-me um espírito de revelação
para que realmente possa conhecer e amar
Teu Filho Jesus, o Salvador.
Ámen.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

SÃO JUSTINO - dia 1 de junho




   Justino nasceu na Palestina, na cidade de Siquém, no ano 100 d.C.. A sua família não conheceu Jesus mas Justino procurou, pelos seus meios, a verdade. A vida pôs no seu caminho um ancião filósofo que lhe falou dos profetas, da fé, da verdade e de Jesus Cristo.
   Justino tornou-se um grande filósofo cristão, sacerdote e alguém que procurou fazer corresponder a sua fé à sua conduta. Aos 30 anos converteu-se ao catolicismo. Tornou-se o primeiro santo e padre.
   Nos seus escritos deixou expressa a Sagrada Tradição. Deixou-nos três escritos, chamados apologias, ou defesa do pensamento cristão. Deixou também um documento importantíssimo, uma descrição da Liturgia, ou seja, uma missa do século II.
   Foi denunciado por um filósofo seu  contemporâneo, por se negar a fazer oferendas aos deuses. Foi julgado injustamente, flagelado e condenado a morrer decapitado, por não renunciar a Jesus Cristo. Morreu no ano 167.

Oração:

Ó Deus, Pai Eterno, Pai de Bondade.
São Justino procurou-Vos na inquietude do seu espírito e,
pela fé, encontrou-Vos.
Fazei que, iluminado pelo seu testemunho,
eu viva hoje, atento aos sinais das Vossas maravilhas,
no mundo e no meu coração.
Que eu saiba encontrar-Vos em tudo e em todos,
é o que Vos peço com humildade e devoção,
agora e para sempre.
Ámen.
   

quarta-feira, 1 de junho de 2016

VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA - dia 31 de maio


   A Igreja termina o mês dedicado à devoção a Nossa Senhora com a Festa da Visitação da Virgem Maria a sua prima, Santa Isabel.
   A referência mais antiga a Nossa Senhora da Visitação pertence à Ordem Franciscana, que a festejava desde 1263, em Itália. O Papa Urbano VI, no ano de 1441, instituiu esta festa pois a Igreja do Ocidente precisava muito da intercessão de Maria, para recuperar a paz e a união do clero.
   A Bíblia diz que, depois da anunciação do Anjo, Maria viajou para visitar sua prima Isabel. O Anjo dissera-lhe que Isabel concebera um filho, ela que já era de idade avançada e que tinha sido considerada estéril. Estava no sexto mês de gravidez. Para Deus tudo é possível.
   Já grávida. por intercessão do Espírito Santo, a Virgem foi levar ajuda à sua parente.
   O encontro destas duas mulheres, futuras mães, é um momento de alegria e louvor ao Criador. Daqui nasceu a oração Avé Maria e o maravilhoso cântico Magnificat.
   Desde 1412 se festeja Nossa Senhora da Visitação. Esta celebração foi confirmada no sínodo de Basileia, em 1441.
   Em Portugal sempre foi celebrada com pompa pois o rei D. Manuel I, o Venturoso, que reinou entre 1495 e 1521, escolheu Nossa Senhora da Visitação para padroeira da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e de todas as outras do reino.

   Padroeira da cidade de Enna, na Sicília

Oração:

Virgem Maria, Mãe de Jesus e minha querida Mãe,
invocando-vos sob o título de Nossa Senhora da Visitação,
vos peço que, assim como visitastes vossa prima Isabel,
vinde visitar a minha família,
pois precisamos muito das vossa graças
que certamente receberemos com a vossa visita.
Que com o vosso exemplo possamos
ser mais caridosos com os nossos irmãos
indo visitá-los e confortá-los nas suas necessidades.
Obrigada querida Mãe, pelo vosso amor para connosco.
Ámen.