sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

SÃO BONIFÁCIO - dia 5 de junho


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   São Bonifácio nasceu em 675, no Reino Unido, e foi batizado como Wilfrido. Muito novo ainda foi para o mosteiro de Nursling, na diocese de Winchester. Aí se formou como professor e foi ordenado com 30 anos. Foi o responsável pela primeira gramática de latim feita em Inglaterra. 
   Em 718, o Papa São Gregório II deu a Wilfrido a ordem de levar a Palavra de Deus aos hereges. E o jovem partiu em direção à Alemanha, fixando-se em Hesse. Pouco tempo passou e os seus dons de missionário e reformador deram muitos frutos.
   Foi eleito bispo de todas as regiões da Germânia em 30 de novembro de 722. Mudou as mentes, desenraizou superstições pagãs e evangelizou e batizou inúmeros pagãos.
   Ficou conhecido como o Apóstolo da Alemanha por ter evangelizado grandes regiões neste país, por ter fundado e organizado muitas igrejas, a mando da Santa Sé.
   Fez várias visitas a Roma e de cada vez era incumbibo de cargos mais importantes. Após a sua terceira viagem, foi nomeado delegado da Sede Apostólica e, São Bonifácio (nome escolhido pelo Papa),  e o seu discípulo São Sturmi, fundaram em 741 o mosteiro de Fulda, que viria a tornar-se o Monte Cassino da Alemanha.
   Um homem de coração sereno, dócil e firme, tímido e corajoso, de oração e ação, não parou para recolher os louros do seu trabalho, mas espalhou o cristianismo pela Europa
    Foi assassinado a 5 de junho de 754 em Dokkum, na Holanda, para onde tinha sido convidado para celebrar o Crisma. Ele e outros cristãos foram brutalmente atacados e mortos por pagãos, tendo o santo sido decapitado.
   O seu corpo repousa no mosteiro de Fulda, no estado alemão de Hesse, local onde se reúne a Conferência de Bispos Alemães, em sua homenagem.
   Palavras de São Bonifácio: "Não sejamos cães mudos, não sejamos sentinelas silenciosas, não sejamos mercenários que fogem do lobo, senão pastores solícitos que vigiam o rebanho de Cristo, anunciando o desígnio de Deus aos grandes e pequenos, aos ricos e aos pobres, aos homens de toda a condição e de toda a idade, na medida em que Deus nos dê força."


Oração

Deus, nosso Pai, 
velai por todos aqueles
que têm a missão de guiar o Vosso povo santo e pecador,
através das contradições do nosso tempo.
Iluminai as mentes e os corações
dos nossos pastores:
Papa, bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas,
evangelizadores leigos e consagrados,
todos os batizados 
indistintamente chamados a dar testemunho
do Evangelho
no meio em que vivem.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ámen.





sábado, 7 de outubro de 2017

LER & MEDITAR

Evangelho de S.Marcos


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O anúncio da chegada do Messias

Começo da Boa Notícia de Jesus, o Messias, o Filho de Deus.
Está escrito no livro do profeta Isaías: «Eis que envio o meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho. Esta é a voz daquele que grita no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas estradas!»
E foi assim que João Baptista apareceu no deserto, a pregar um batismo de conversão para o perdão dos pecados. Toda a região da Judeia e todos os moradores de Jerusalém iam ao encontro de João. Confessavam os seus pecados e João batizava-os no rio Jordão.
João vestia-se com uma pele de camelo, usava um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre.
E pregava:
" Depois de mim, vai chegar Alguém mais forte do que eu.
E eu não sou digno nem sequer de me abaixar para desatar as suas sandálias. Eu batizei-vos com água, mas Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo".


O Messias é Jesus de Nazaré, o Filho de Deus

"Por aqueles dias,Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no rio Jordão. Logo que Jesus saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, como pomba, descer sobre Ele. E do céu veio uma voz: «Tu és o meu Filho amado; em Ti encontro o meu agrado».


Jesus vai enfrentar o mal

Em seguida o Espírito impeliu Jesus para o deserto.


Marcos 1, 1-12

domingo, 17 de setembro de 2017

LER & MEDITAR

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Ó morte, onde está a tua vitória?
Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
O aguilhão da morte é o pecado
e a força do pecado é a Lei.
Graças a Deus,
que nos dá a vitória por
Nosso Senhor Jesus Cristo.

1 Cor 15, 55-57

domingo, 10 de setembro de 2017

LER & MEDITAR


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O jejum que me agrada
não será antes este:
quebrar as cadeias injustas...
repartir o teu pão com o pobre...?

Isaías 58

domingo, 23 de julho de 2017

São Crispim - Dia 4 de junho

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   São Crispim foi o primeiro santo canonizado pelo Papa João Paulo II.
   Nasceu em Viterbo, em Itália, no ano de 1668. Homem amante da pobreza, contemplativo, gentil e caridoso que sabia usar as palavras certas e ter as atitudes justas quando era preciso advertir quem quer que fosse, agindo como um mestre e um sábio. Dedicava-se aos peqeninos, aos pobres, doentes, velhos e crianças abandonadas.
   Chamado à vida religiosa, recebeu formação jesuítica mas, acabou por se tornar franciscano, Ocupou cargos de exemplo de simplicidade dentro da comunidade como cuidar da horta, da cozinha e outros serviços onde testemunhava em tudo o amor de Deus.
   A sua vida foi sempre orientada para o otimismo, a alegria e o amor a Deus e à Nossa Senhora. Deixou muitos ditos, muitos poemas que foram passando de geração em geração pelos seus devotos. Aos jovens dizia: "Filhinhos, trabalhai quando ainda sois jovens, e sofrei com boa vontade porque, quando alguém é velho, não lhe resta senão a boa vontade". E a todos dizia: "Amai a Deus e não fracassareis, fazei por bem e deixai que falem".
   Morreu em 1750, no dia 19 de maio. Os milagres por sua intercessão foram-se multiplicando e o Papa Pio VII beatificou-o em 7 de setembro de 1806. O Papa João Paulo II canonizou-o a 20 de junho de 1982.

Oração

Senhor,
que adornaste São Crispim
com o dom da alegria no seguimento do Vosso caminho
que o conduziu à mais elevda perfeição evangélica,
concedei-nos que, por sua intercessão e a seu exemplo, 
pratiquemos constantemente a verdadeira virtude,
à qual está prometida a paz da bem-aventurança celeste.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ámen.



quinta-feira, 23 de março de 2017

São CARLOS LWANGA e 21 Companheiros Mártires 
 dia 3 de junho

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   Foi por volta de 1885 que São Carlos Lwanga e os seus 21 companheiros foram martirizados, no reinado de Mwanga, rei de Bugunda.
   Uma manhã, o rei Mwanga reuniu a sua corte, e proferiu palavras pouco habituais. Disse à assistência que quem não quisesse rezar ficasse perto dele e, quem o quisesse fazer, deveria ficar ao pé de um muro que por ali havia.
   O chefe dos pajens, Carlos Lwanga, foi o primeiro a dirigir-se para o muro, seguido de imediato por outros quinze companheiros. O rei perguntou-lhe se rezavam de verdade. E Carlos respondeu-lhe que sim. De novo o rei perguntou se queriam continuar a rezar. A resposta foi sim, até à morte.
   O rei ordenou então que os matassem. Rezar era sinónimo de ser cristão e era proibido em Bugunda (atual Uganda).
  Carlos Lwanga foi o primeiro a ser morto, queimado lentamente. Kalemba Murumba foi abandonado numa colina com as mãos e os pés amputados. André Kaggwa foi o último e foi decapitado. Eram eles. José Mukasa Balikuddembe, Dionísio Sbuggwawo, Ponciano Ngondew, Atanásio Bazzukuketta, Gonzaga Gonga, Matias Kalemba, Noé Mwaggali, Mbaga Tuzinda...
   Estes mártires foram beatificados pelo papa Bento XV e canonizados por Paulo VI em 18 de outubro de 1964.


Oração

Deus Nosso Pai, 
que o Vosso reino de amor se espalhe sobre a terra,
no meio de todos os povos, 
no âmago de cada coração. 
Não permitais que a discriminação de qualquer espécie afaste os povos e as nações.
 Inspirai-me para que eu possa mudar a fim de também eu poder mudar o mundo.
 Fazei-me viver na fraternidade
Obrigada Senhor. 
Ámen.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

SÃO MARCELINO e SÃO PEDRO - dia 2 de junho

século IV

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   A história destes mártires, chegou até nós, através das narrativas do Papa Dâmaso. Ainda criança, Dâmaso conheceu o carrasco de dois santos que, depois de convertido após a execução dos mártires, lhe contou a história que lhe transformou a vida.
   Estes santos foram testemunhas da fé cristã, perante as perseguições feitas pelo imperador Diocleciano.
   Ambos religiosos, Marcelino era padre e Pedro era conhecido pelo seu dom de exorcista. Quando foram presos, começaram a pregar na cadeia. O carcereiro, Artémio, tinha uma filha que se encontrava muito doente e Marcelino e Pedro disseram-lhe que, se a família se convertesse ao cristianismo, a menina se salvaria.
   Artémio e a sua família converteram-se. Antes disso foi encarregado de executar os dois presos, cortando-lhes a cabeça, longe da cidade, numa floresta, de modo a que o lugar não se tornasse local de peregrinação de cristãos.
   Uma senhora descobriu o local da execução e ali mandou erguer um túmulo digno dos dois cristãos. Anos mais tarde, o imperador Constantino, mandou erigir uma igreja no mesmo local, em honra destes mártires.
   A família do carcereiro converteu-se após a morte de Marcelino e Pedro. Como tantos cristãos da época, foi perseguida e martirizada pelo amor a Jesus Cristo.

Oração

Ó Deus, Todo Poderoso, dá-me
a exemplo dos mártires São Marcelino e São Pedro, 
a graça de crer em Ti,
abandonar-me a Ti e
confiar em Ti.
Que a Tua vontade seja feita em mim
 e em todas as Tuas criaturas.
Livra-me de todo o mal e
dá-me um espírito de revelação
para que realmente possa conhecer e amar
Teu Filho Jesus, o Salvador.
Ámen.